PRAÇA 7: Principal cruzamento da cidade entre as Avenidas Afonso Pena e Amazonas é considerado o centro nervoso da cidade. Ali está instalado um dos monumentos mais reconhecidos da cidade, o obelisco chamado carinhosamente pelos belo-horizontinos de ‘Pirulito’.

PARQUE MUNICIPAL: Localizado na região central de Belo Horizonte, o espaço existe desde 26 de setembro de 1897, antes mesmo da inauguração nova capital mineira. Originalmente possuía uma área de 600 mil metros quadrados, A partir de 1905, inicia-se o processo de perda de espaços para construções diversas e de sua área original. É o patrimônio ambiental mais antigo de Belo Horizonte e foi projetado no final do século XIX pela comissão construtora encarregada de planejar a nova capital de Minas Gerais. Possui uma área de 182 mil metros quadrados de extensa vegetação. Abriga o Teatro Francisco Nunes, Orquidário, um pequeno parque de diversões e a parte dos fundos do Palácio das Artes.

Av. Afonso Pena, 1377 - Centro
(31) 3277-4161
De 3ª a dom. e feriados das 6h às 18h
www.pbh.gov.br/parques

SERRA DO CURRAL / PARQUE DAS MANGABEIRAS: Encravado na Serra do Curral, o Parque Municipal das Mangabeiras é um dos maiores e mais belos redutos ecológicos de Belo Horizonte. Com projeto paisagístico assinado por Burle Marx, é a maior área verde da cidade, com 2,3 milhões de m² de matas nativas, onde se pode fazer trilhas no meio de micos, esquilos e outros animais silvestres. Há ainda quiosques, quadras poliesportivas, brinquedos para crianças e arenas para shows e teatros.

Av. José do Patrocínio Pontes, 580 - Mangabeiras
(31) 3277-8277 - 3277-9697
De 3ª a dom. e feriados das 8h às 18h (entrada até às 17h)
www.pbh.gov.br/parques

PRAÇA DO PAPA: “Que belo horizonte!”. Esta frase foi dita por ninguém menos que o Papa João Paulo II, diante da paisagem vista da Praça Israel Pinheiro, no alto das Mangabeiras. Depois da missa campal, realizada em 1980, passou a ser chamada de Praça do Papa, onde foi erguido um monumento para homenagear o ilustre visitante. Cercada pela Serra do Curral, a praça é um belo lugar para passear e apreciar a vista panorâmica da cidade.
Como diria um bom mineiro, é só seguir a Avenida Afonso Pena "toda vida" que você chega lá.
Av. Agulhas Negras, s/nº

RUA DO AMENDOIM: Mistério: ninguém sabe o que acontece nessa ladeira no alto das Mangabeiras, mais precisamente na Rua Professor Otávio Coelho Magalhães, perto da Praça do Papa. Quando os carros são desligados eles sobem ao invés de descerem. Folclore turístico, ilusão de ótica ou fenômeno físico? Na dúvida, vale a pena conferir este enigma.
Rua Professor Otávio Magalhães, 910 - Mangabeiras

FEIRA DE ARTESANATO (FEIRA HIPPIE): Idealizada por um grupo de artistas mineiros e críticos de arte, esta feira surgiu na Praça da Liberdade em 1969. Artistas plásti­cos e arte­sãos de diver­sas espe­ci­a­li­da­des ali se reu­niam, expu­nham e ven­diam os seus tra­ba­lhos. Em 1972, foi reco­nhe­cida e ofi­ci­a­li­zada pela Prefeitura de Belo Horizonte.
 
Em 1991, a Feira Hippie - nome cari­nho­sa­mente dado pela popu­la­ção e pelos visi­tan­tes àquela feira de arte­sa­nato que acon­te­cia na Praça da Liberdade - e outras fei­ras de arte­sa­nato espa­lha­das pela cidade foram reu­ni­das e trans­fe­ri­das para a Avenida Afonso Pena, no cen­tro de Belo Horizonte, dando ori­gem à maior feira de arte­sa­nato a céu aberto da América Latina.
 
A nova feira her­dou da antiga feira da Praça da Liberdade o cari­nhoso nome de Feira Hippie. E é com esse nome que ela é conhe­cida e reco­nhe­cida até hoje pelos moradores da capital.
 
A Feira é divi­dida em 17 seto­res, com mais de 2.000 expo­si­to­res e cerca de 10 mil tra­ba­lha­do­res dire­tos e indi­re­tos. Ela recebe, em média, 80 mil visi­tan­tes a cada domingo.
Av. Afonso Pena, 1060 - Centro
Entre Rua da Bahia e Avenida Carandaí
Telefone: 156
Aos Domingos das 6h às 14h

FEIRA DE ARTESANATO DO MINEIRINHO: Artesanato e variedades.

Av. Antônio Abrahão Caram, 1000 - São Luís
(31) 3087-3007
Às 5ª das 17h às 22h,
Dom. das 8h às 17h a entrada é gratuita.

SAVASSI: Ponto de encontro de várias tribos, a região faz parte da vida noturna da capital mineira. É conhecida por ser um verdadeiro caldeirão cultural, pois nela acontecem festas variadas que vão desde festivais de Jazz até música eletrônica. Tornou-se uma região encravada no bairro Funcionários. Na praça Diogo de Vasconcelos, funcionava a Padaria Savassi, que deu origem ao nome do lugar. O espaço concentra, também, lojas, edifícios comerciais, bares, cafés a ainda moradores tradicionais da cidade.

Bairro Santa Tereza - Tradicional bairro residencial da cidade, a região é conhecida também pelos ambientes boêmios e culturais. Como referência, destacamos a Praça Duque de Caxias, o Cine Santa Tereza (reformado em 2016 e entregue à cidade como espaço cultural), além do Viaduto que leva o seu nome, mas que fica na região central da cidade, ligando o centro ao bairro Floresta. Em Santa Tereza, nasceu o Clube da Esquina e lá está um dos bares mais conhecidos da cidade para quem quer encerrar a noite ‘forrando’ o estômago: o Bolão e seu clássico espaguete e mexidão.

CLUBE DA ESQUINA: das esquinas de Belo Horizonte para o mundo - Grupo de artistas que escreveu um dos importantes capítulos da história da Música Popular Brasileira em Minas Gerais. Seus integrantes, fãs dos Beatles, gostavam de assuntos culturais, políticos e colocavam em suas letras temas sociais e o cenário mineiro da época. No início, Milton Nascimento, Wagner Tiso, Fernando Brant, Lô, Telo e Márcio Borges, Nivaldo Ornelas, Toninho Horta, Beto Guedes e Paulo Braga formavam o time. 

“Antes da música, a amizade”
Essa é uma das frases de Milton Nascimento para definir o Clube da Esquina. Quando se mudou para Belo Horizonte, em 1964, para cursar Economia, começou a tocar em bares e a compor com seu vizinho Márcio Borges. A amizade com os outros irmãos Borges - Márcio, Marilton, Lô e Telo - foi natural.  Os Borges, então, se mudaram para uma casa na Rua Divinópolis, no Bairro Santa Tereza e, a partir disso, o local se tornou referência de encontro para os músicos. Das reuniões da esquina, surgiram várias composições de sucesso.

MERCADO CENTRAL: Quem quiser conhecer e vivenciar a diversidade e a pluralidade cultural de Minas Gerais em um único espaço, deve visitar o ‘Mercado Central’ – onde será possível respirar a cidade, conhecer, usufruir e comprar objetos característicos da cultura mineira. Caminhar pelos corredores do Mercado e pela região que circunda este espaço, significa percorrer parte importante da história de Minas Gerais. Pão de queijo, frutas e verduras fresquinhas, cerveja gelada, diversos tipos de queijo, carne para comer na hora e também para levar para casa, artesanato para consumidor e para artesão, pimenta, cachaça, cabeleireiro, flor, imobiliário, bijuterias, instrumentos musicais, jiló refogado, ervas medicinais e por aí vai. A lista de coisas que você pode encontrar é gigantesca. Em cada balcão, um novo sabor, um novo cheiro e uma nova cor esperam por você. Desde o verde das folhagens, do vermelho das garrafas de pimenta, belamente dispostas nas prateleiras, à transparência saborosa a bebida mais famosa do estado, a cachaça.
"Minas são muitas". O Mercado Central de BH faz jus à famosa frase de Guimarães Rosa.

Av. Augusto de Lima, 744
(31) 3274-9434
www.mercadocentral.com.br
2ª a sáb. das 7h às 18h, dom. e feriados das 7h às 13h
www.mercadocentral.com.br